A indústria de papel e celulose opera com processos que geram calor intenso, vapor d’água e partículas de celulose em suspensão. Etapas como secagem, calandragem e rebobinamento do papel elevam a temperatura interna dos galpões, enquanto a cobertura metálica potencializa o efeito de estufa, criando bolsões de ar quente estacionados junto ao telhado.
A combinação de exaustores de telhado e insufladores de telhado é a solução mais eficaz para esse tipo de aplicação, promovendo simultaneamente a extração do ar quente acumulado na cobertura e a insuflação de ar fresco filtrado diretamente no ambiente de trabalho, de forma contínua e equilibrada.
O Problema: Calor Excessivo e Falta de Renovação do Ar
O galpão industrial da empresa, voltado à produção e transformação de papel, apresentava condições críticas de ventilação:
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Temperatura interna elevada, agravada pelo calor gerado nos processos de secagem e transformação do papel, somado à radiação solar absorvida pela cobertura metálica que cria efeito de estufa;
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Bolsões de ar quente estacionados junto ao telhado, sem mecanismo de exaustão adequado — o ar aquecido sobe por convecção natural mas permanece retido sob a cobertura, irradiando calor de volta para a área de trabalho;
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Partículas de celulose e vapor em suspensão, gerados nos processos de corte, rebobinamento e acabamento do papel, comprometendo a qualidade do ar respirado pelos colaboradores;
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Grande área de cobertura, exigindo uma solução capaz de distribuir uniformemente a renovação do ar em toda a extensão do galpão, sem criar zonas de estagnação;
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Necessidade de conformidade com normas regulamentadoras (NR-15 e NR-17), garantindo limites adequados de temperatura, umidade e qualidade do ar no ambiente de trabalho.
A empresa necessitava de um sistema de ventilação industrial que combinasse exaustão e insuflação de forma balanceada, cobrindo toda a área produtiva sem sobrecarregar a estrutura do telhado.