O manômetro diferencial mede a diferença de pressão entre a entrada e a saída do filtro — ou seja, quanta resistência o elemento filtrante está oferecendo à passagem do ar. É o instrumento mais barato do sistema de despoeiramento e, ao mesmo tempo, o único que mostra em tempo real o que está acontecendo dentro de um equipamento fechado.
O manômetro diferencial é o exame de sangue do filtro: ele acusa o problema semanas antes de o pó voltar a escapar no captor.
Neste guia da Brasfaiber Industrial, fabricante de ventilação e exaustão industrial desde 1985, você aprende a interpretar o comportamento da pressão diferencial, a diferenciar filtro colmatado de filtro furado e a usar essa leitura para decidir a hora certa de trocar o elemento filtrante.
Quer parar de trocar elemento filtrante no escuro? Nossa engenharia especifica o filtro com instrumentação e limpeza adequadas.
O Que a Pressão Diferencial Está Dizendo
Elemento filtrante novo oferece pouca resistência. Conforme o pó se deposita, forma-se a torta na superfície do meio filtrante — e é justamente essa torta que faz o filtro filtrar bem, retendo partículas menores do que os poros do tecido. A pressão sobe porque a filtragem está funcionando.
O problema não é a pressão subir; é ela não voltar. Num sistema saudável, o gráfico tem forma de serra: sobe durante a operação, cai após cada ciclo de limpeza e volta a subir. Quando o vale dessa serra vai subindo mês a mês, o meio filtrante está perdendo permeabilidade de forma permanente.