Na indústria de papel e celulose, etapas como secagem, calandragem e rebobinamento geram calor, vapor e partículas de celulose em suspensão.
Problema apresentado:
- Calor intenso dos processos de secagem — efeito estufa no galpão
- Particulado de celulose — risco respiratório e de explosão
- Vapor d’água condensado acelera corrosão e proliferação microbiana
- Conformidade com NR-15 e NR-17 quanto a conforto térmico
A indústria de papel e celulose gera emissões gasosas significativas em seus processos produtivos — compostos orgânicos voláteis, material particulado e gases ácidos provenientes do cozimento da madeira, branqueamento e recuperação de produtos químicos. Essas emissões precisam ser tratadas antes de serem liberadas na atmosfera para atender às normas ambientais.
O lavador de gases em PRFV é a solução mais adequada para esse tipo de aplicação, neutralizando os poluentes gasosos por meio de lavagem química e retendo o material particulado antes da descarga na atmosfera.
Vapores ácidos e emissões na produção de papel e celulose
A planta industrial enfrentava:
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Emissão de gases poluentes gerados nos processos de fabricação de papel e celulose, incluindo compostos de enxofre e ácidos orgânicos;
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Material particulado em suspensão proveniente do processamento da madeira e celulose;
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Odores característicos do processo de cozimento, perceptíveis dentro e fora da planta;
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Exigências ambientais rigorosas dos órgãos reguladores (CONAMA/CETESB), com limites de emissão que precisavam ser atendidos continuamente.