A hélice do exaustor é a peça que efetivamente move o ar: são as pás e o ângulo delas que definem a vazão que o equipamento entrega. Por isso trocar hélice não é trocar peça genérica — modelo, diâmetro, número de pás e ângulo precisam corresponder ao que o sistema foi dimensionado para receber.
Hélice parecida não é hélice equivalente. Trocar por aproximação muda a vazão, a corrente do motor e, muitas vezes, o ruído.
Neste guia da Brasfaiber Industrial, fabricante de ventilação e exaustão industrial desde 1985, você aprende a identificar a hélice certa para o seu exaustor, a reconhecer os sinais de que chegou a hora de trocar e a entender por que vibração quase nunca é problema do motor.
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O Que Define a Hélice Certa
- Diâmetro: precisa respeitar a folga com a carcaça. Folga grande demais derruba a vazão; pequena demais arrisca contato.
- Número de pás: altera a curva de trabalho do conjunto.
- Ângulo de ataque: é o que mais muda a vazão — e a corrente exigida do motor. Ângulo maior move mais ar e pede mais potência.
- Material: alumínio, aço ou PRFV, escolhidos pela temperatura e pela agressividade do ambiente.
- Sentido de rotação: hélice montada invertida gira, faz barulho e praticamente não movimenta ar — um erro mais comum do que parece.
Antes de comprar, tenha em mãos o modelo do exaustor e o diâmetro nominal. Sem essa referência, a reposição vira tentativa — e uma hélice com ângulo diferente pode sobrecarregar o motor.