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Projeto de Exaustão Industrial

Dimensionamento de sistemas para captação e remoção de poeiras, fumos, gases e vapores em processos industriais — do captor à chaminé, com fabricação própria dos equipamentos.

Sistema de despoeiramento com filtro de manga jato pulsante, válvula rotativa e exaustor centrífugo ATEX — Brasfaiber
Fabricação Nacional 40+ Anos Sob Medida

Projeto de Exaustão Industrial

Um projeto de exaustão não começa pelo exaustor. Começa na fonte: o que o processo gera, com que força o contaminante sai da máquina e onde está o operador. O exaustor é a última escolha da sequência — é ele que precisa vencer a perda de carga de tudo o que foi definido antes.

O projeto de exaustão industrial da Brasfaiber é o trabalho de engenharia que parte do seu processo e chega a um sistema dimensionado: captores, rede de dutos, tratamento do ar e exaustor calculados para a vazão e a pressão que aquelas fontes pedem. Poeiras, fumos, gases e vapores têm comportamentos diferentes, e cada um leva a uma estratégia de captação diferente.

Somos uma empresa de exaustão industrial com fabricação própria desde 1985: a mesma engenharia que dimensiona especifica os equipamentos, que saem da nossa fábrica em Itaquaquecetuba (SP), sob medida. Se o que você procura é entender o que é um sistema de exaustão e para que serve cada componente, a página Sistema de Exaustão Industrial explica. Aqui o assunto é outro: como a engenharia chega ao sistema certo para a sua planta.

Quando um projeto de exaustão industrial é necessário?

Quase sempre o pedido chega por um sintoma. Os mais comuns:

  • Poeira escapando do processoPó no ar e sobre as máquinas perto da fonte.
  • Fumos de soldaNuvem passando pela respiração do soldador.
  • Gases e vaporesBanhos, tanques, estufas e secadores liberando vapor.
  • OdoresReclamação da vizinhança ou do órgão ambiental.
  • Pouca vazão no sistema atualCaptor que não puxa, duto que entope.
  • Máquinas ou linhas novasMais pontos de captação do que o sistema suporta.
  • Filtro saturandoRamais desbalanceados e filtro colmatando antes da hora.
  • Sem captação na fonteO contaminante se espalha pelo galpão.
  • Processo mudouProdução ou contaminante diferentes: hora de redimensionar.

Visão do sistema completo: da fonte à descarga

Um bom projeto não consiste em escolher um exaustor. Cada etapa depende da anterior — e um exaustor maior num sistema com captor mal posicionado só gasta mais energia e continua sem captar.

123456 FonteCaptorDutosTratamentoExaustorDescarga ar com contaminantear tratado
1

Fonte

Máquina, bancada, tanque, forno ou ponto de transferência. É ela que define todo o resto.

2

Captor

Coifa, enclausuramento, captor lateral, braço ou conexão direta na máquina — o centro de um projeto de ventilação local exaustora (VLE). Veja exaustão localizada.

3

Dutos

Diâmetros que mantêm a velocidade de transporte, com ramais balanceados. Veja tubulações.

5

Exaustor

Escolhido pela vazão e pela pressão do circuito — com filtro ou lavador, em geral um centrífugo.

6

Descarga

Chaminé que leva o ar tratado para fora, longe das entradas de ar do próprio prédio.


Projetos de exaustão já entregues

Casos reais da engenharia Brasfaiber: o problema de cada cliente e o sistema que resolveu. São 41 projetos publicados nesta linha.

Ver todos os 16 projetos


O que a engenharia analisa no dimensionamento

Parte vem do cliente, parte do levantamento — e cada item muda o resultado do dimensionamento:

O processo

O que acontece na fábrica

Processo industrial
O que é fabricado, em que regime e o que muda ao longo do dia.
Fonte geradora
Quantos pontos, como o contaminante sai e onde fica o operador.
Tipo de contaminante
Pó, fumo, gás ou vapor; se é abrasivo, corrosivo, inflamável ou combustível (a FISPQ ajuda).
Temperatura e umidade
Mudam a densidade do ar, a condensação e a escolha entre filtragem a seco e lavagem.
Condições de operação
Regime de trabalho, área classificada, ruído no entorno e acesso para manutenção.

O ar e a rede

Como o ar se comporta no sistema

Vazão
O ar que cada captor retira; a soma balanceada é a vazão do sistema.
Velocidade de captura
A necessária no ponto de geração para arrastar o contaminante até o captor.
Rede e velocidade nos dutos
Traçado, curvas e derivações; velocidade que evita sedimentar o pó sem gerar desgaste.
Perda de carga
Captores, dutos, curvas, tratamento e descarga — com filtro limpo e saturado.
Pressão necessária
A perda de carga total mais uma margem técnica.

Os equipamentos

O que será especificado

Sistema de tratamento
O que retém o contaminante, pelo tipo de poluente e pela exigência ambiental do local.
Exaustor
Centrífugo ou axial, tipo de rotor, acionamento direto ou por transmissão.
Material construtivo
Aço carbono, aço inox ou PRFV, conforme o que o ar transporta.

Como é feito o cálculo e o projeto do sistema de exaustão

Nove etapas, em três fases — do primeiro contato à fabricação:

Fase 1

Diagnóstico

  1. 1
    Levantamento do processoFotos, vídeos, layout e FISPQ enviados pelo cliente — e levantamento em campo quando o processo pede.
  2. 2
    Identificação das fontesO que sai de cada ponto, quanto e com que regularidade.
  3. 3
    Estratégia de captaçãoEnclausurar, captar lateralmente, usar coifa ou conectar na máquina.
Fase 2

Cálculo

  1. 4
    Vazão e captoresPela velocidade de captura de cada contaminante e geometria.
  2. 5
    DutosDiâmetros e traçado pela velocidade de transporte, com ramais balanceados.
  3. 6
    Perda de cargaTrecho a trecho, do captor à descarga.
Fase 3

Definição e entrega

  1. 7
    TratamentoFiltragem a seco, lavagem, adsorção ou a combinação delas.
  2. 8
    Seleção do exaustorPelo ponto de operação, com material e acionamento adequados.
  3. 9
    Especificação e fabricaçãoFabricado em Itaquaquecetuba (SP); o escopo do fornecimento é definido na proposta.

O que você recebe

Cada projeto sai com o que é preciso para decidir e fabricar:

  • Dimensionamento do sistema: vazão, pressão e perda de carga
  • Especificação dos equipamentos
  • Proposta técnica com o escopo do fornecimento

A documentação técnica que acompanha cada projeto é definida na proposta, conforme o porte e o escopo.



Projeto de exaustão ou projeto de ventilação?

Os dois usam exaustores, mas resolvem problemas diferentes — e muitas plantas precisam dos dois.

Esta página

Projeto de Exaustão

Foco em capturar e remover contaminantes em fontes específicas: pó, fumos, gases e vapores retirados na origem, tratados e lançados para fora.

Outra página

Projeto de Ventilação

Foco no ambiente como um todo: renovação de ar, remoção de calor, circulação, insuflamento e entradas de ar.

Ver projeto de ventilação industrial →


Quais informações enviar para a análise

Não é preciso ter tudo. Com estes dados a engenharia já consegue dar o primeiro retorno:

  • O que o processo faz e o que ele gera — pó, fumo, gás ou vapor (FISPQ, se tiver).
  • Quantos pontos de geração existem e onde ficam, com fotos ou vídeo.
  • Layout com as dimensões do local e a posição das máquinas.
  • Temperatura do ar no ponto de captação e regime de operação.
  • Se já existe sistema: o que está instalado e onde ele deixa de atender.

Para se aprofundar, veja o guia de perda de carga em sistemas de exaustão.

O que a Brasfaiber fornece neste serviço

Fornecemos o dimensionamento do sistema, a documentação técnica definida na proposta e os equipamentos de fabricação própria — exaustores, filtragem, tratamento de gases e tubulações, conforme o escopo de cada projeto.

O sistema contribui para o controle da exposição e das emissões, mas a avaliação ocupacional e ambiental da planta, e o licenciamento, continuam sendo do responsável técnico dela.

Para ampliar ou recuperar um sistema já instalado de outro fabricante, atendemos mediante avaliação técnica prévia.

Envie os dados do seu processo para a engenharia Brasfaiber

Descreva as fontes, o contaminante e o espaço disponível. A engenharia analisa e retorna com a estratégia de captação e os próximos passos, sem compromisso.

Solicitar projeto

Equipamentos para Projeto de Exaustão Industrial

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Dúvidas sobre Projeto de Exaustão Industrial

Saber o que o processo gera e onde. Na prática: a descrição do processo, a quantidade e a posição das fontes, o layout com dimensões, o contaminante (com a FISPQ, quando houver), a temperatura do ar e o regime de operação. Com isso a engenharia define a estratégia de captação e faz o primeiro dimensionamento. Quando o processo pede, o levantamento é completado em campo.

A vazão nasce em cada captor: é a quantidade de ar necessária para produzir, no ponto em que o contaminante é gerado, a velocidade de captura capaz de arrastá-lo até o captor. Ela depende do tipo de captor, da distância até a fonte, da forma como o contaminante é liberado e das correntes de ar do ambiente. A soma dos captores, com a rede balanceada, dá a vazão do sistema. Quando há vapor inflamável, a vazão também precisa manter a concentração abaixo do limite de explosividade.

Sim. O redimensionamento parte do sistema instalado: a engenharia avalia captores, dutos, tratamento e exaustor, recalcula vazão e perda de carga para a operação atual e indica o que precisa mudar — às vezes só o exaustor, às vezes o traçado ou os pontos de captação. Para sistemas de outro fabricante, atendemos mediante avaliação técnica prévia.

Sim. Exaustores centrífugos e axiais, filtros de manga e cartucho, coletores de pó, ciclones, lavadores de gases, filtragem de odores e tubulações fazem parte da linha de fabricação própria, em aço carbono, aço inox ou PRFV conforme o ar transportado. O que entra em cada fornecimento é definido na proposta.

Quando o contaminante é particulado seco — pó de processo, pó de madeira, pigmentos, fumos metálicos — e ele precisa ser retido antes do lançamento. Para pó fino em vazões menores, o filtro cartucho costuma ser mais compacto; para particulado grosso ou abrasivo, um ciclone antes do filtro alivia o meio filtrante. Temperatura, umidade e agentes químicos definem o tecido das mangas. Veja o filtro de manga.

Quando o que precisa ser tratado é gás ou vapor que reage ou se dissolve no líquido de lavagem — ácidos, álcalis, gases de processos químicos — ou quando o ar chega úmido demais para a filtragem a seco. O reagente e o enchimento são definidos pelo gás a ser tratado, e em ambiente corrosivo o conjunto é fabricado em PRFV. Veja o lavador de gases.

Sim, quando a avaliação mostra que ela pode ser aproveitada. A engenharia verifica diâmetros, traçado e estado da rede e recalcula a perda de carga com os pontos novos. Às vezes basta trocar o exaustor ou rebalancear os ramais; às vezes um trecho precisa ser refeito. Isso só se decide depois da análise.

O que o processo gera (pó, fumo, gás ou vapor, com a FISPQ se tiver), quantos pontos de geração existem e onde ficam, fotos ou vídeo, o layout com dimensões, a temperatura do ar no ponto de captação e, se já houver sistema, o que está instalado e onde ele deixa de atender. Pode enviar pelo formulário desta página ou pelo WhatsApp.

Ficou com alguma dúvida técnica? Fale com a nossa engenharia.

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