Para indústrias do Rio Grande do Sul que precisam mover ar contra resistência, como dutos, filtros e lavadores, o equipamento indicado é o exaustor centrífugo. A Brasfaiber o fabrica em Itaquaquecetuba (SP) e envia para o estado, com o modelo definido pela engenharia a partir da vazão e da pressão do sistema.
Centrífugo no Rio Grande do Sul: o princípio em poucas linhas
O ar entra pelo centro do rotor, é lançado para fora pela força centrífuga e ganha pressão na voluta, a carcaça em forma de caracol. É essa pressão, que o axial não tem, que permite ligar o equipamento a uma rede de dutos e puxar o ar através de um filtro.
Exaustor grande: o alcance da linha
Para quem procura um exaustor de grande porte, a linha centrífuga vai de 500 a 200.000 m³/h, com pressão estática bem acima da que um axial alcança. Nas vazões mais altas entra o rotor Limit Load, e nesse porte a manutenção preventiva ganha peso. Há ainda construção de simples e de dupla aspiração, escolhida conforme a aplicação: lavador, filtro de manga, exaustão localizada ou secagem.
Por que a obra em Horizontina não levou centrífugo
Numa indústria de peças plásticas em Horizontina (RS), a necessidade era renovar o ar dos setores de preparação de superfície e pintura, sem rede de dutos. A resposta foram 22 exaustores axiais em PRFV, de 1.000 mm, na cobertura, somando 703.500 m³/h. Veja o projeto de exaustão de cobertura. Sem perda de carga a vencer, o axial move mais ar com menos energia. O centrífugo só entraria se esse ar tivesse de passar por dutos longos ou por um filtro antes de sair. Em Passo Fundo, o projeto para uma indústria de máquinas seguiu a mesma lógica pelo telhado.
Material da carcaça e do rotor
Fibra de vidro (PRFV) para efluentes, galvanoplastia e química; polipropileno quando o gás é extremamente corrosivo; aço carbono quando o ar não tem agente corrosivo; inox sob consulta. Com ar acima de 80 °C, a construção de transmissão protege o motor. Tipos e aplicações na página do exaustor centrífugo industrial.