O exaustor centrífugo na Bahia entra onde o ar precisa vencer resistência: cabine de pintura com filtro, forno ligado à chaminé por duto, tanque com vapor que segue para um lavador. A Brasfaiber fabrica o equipamento em Itaquaquecetuba (SP), fornece para indústrias de todo o estado e já executou obras baianas em pintura industrial e cerâmica.
Exaustor centrífugo na Bahia: cabine de pintura e solvente
Em Utinga, montamos uma cabine de pintura para uma indústria de construção, que retira os vapores do processo e melhora o acabamento das peças metálicas. Nesse tipo de cabine o exaustor puxa o ar através do filtro de tinta, por isso a escolha recai no centrífugo. Quando o vapor de solvente forma atmosfera explosiva, o exaustor recebe motor WEG à prova de explosão, que já vem certificado pelo CEPEL/INMETRO. A classificação da área é definida no projeto elétrico da planta.
Forno, secagem e alta temperatura
Em cerâmica, a exaustão de fornos de queima e de secadores lida com gases que passam com frequência de 200 °C. Nesses casos o modelo de transmissão mantém o motor fora do fluxo de ar, acionado por polias e correias. Em Simões Filho, executamos a climatização industrial de uma fábrica de cerâmica.
Corrosão decide o material
Para ar comum, aço carbono. Quando há vapores ácidos ou alcalinos (galvanoplastia, química, estações de tratamento de efluentes com H₂S), o PRFV é o material indicado, porque não corrói onde o aço se deteriora. Polipropileno e aço inox ficam sob consulta, para gases muito agressivos ou exigência sanitária.
Como a seleção é feita
A linha vai de 500 a 200.000 m³/h, e o modelo sai da curva característica: vazão de projeto cruzada com a pressão estática do circuito. Duto acima de 10 metros, filtro, ciclone ou lavador na linha são sinais de que o axial não dá conta e o centrífugo é necessário. Os tipos (industrial, em fibra, de transmissão, à prova de explosão e para gases corrosivos) estão na página do exaustor centrífugo industrial.