Um exaustor centrífugo em Belo Horizonte já trabalha numa indústria de fundição, retirando o ar quente, a poeira e os gases gerados na fusão. É o tipo de aplicação em que o ar precisa ser captado e conduzido por duto, e não apenas trocado. A Brasfaiber fabrica esse equipamento em Itaquaquecetuba (SP), a cerca de 595 km por rodovia, e o seleciona pelo ponto de operação de cada sistema.
O ponto de operação define o modelo
No centrífugo, a vazão sozinha não escolhe o equipamento. A engenharia soma a perda de carga de todo o circuito (captores, trechos retos, curvas, reduções, filtro e descarga) e cruza esse valor com a vazão na curva característica. A linha cobre de 500 a 200.000 m³/h. Quando há filtro de manga na linha, a conta considera a perda de carga dele limpo e saturado; sem isso, o exaustor perde vazão à medida que as mangas carregam. Tipos, materiais e acessórios fabricados estão na página do exaustor centrífugo industrial.
O rotor muda com o que passa por ele
- Pás radiais (retas): construção robusta e resistente ao acúmulo de material. É a escolha para poeira de fundição e particulado mineral.
- Pás curvadas para trás: maior eficiência energética, para ar mais limpo e sistemas com variação de resistência.
- Pás curvadas para frente: alta vazão em baixa rotação, comuns em climatização e ventilação geral.
Quando o gás sai do forno muito quente, o modelo de transmissão deixa o motor fora do fluxo de ar. A carcaça e o rotor saem em aço carbono para ar comum ou em PRFV quando há gás corrosivo; aço inox e polipropileno ficam sob consulta.
Exaustor centrífugo em Belo Horizonte e no interior de Minas
O caso da fundição está descrito em exaustão para indústria de fundição. Também na capital, montamos a ventilação de uma siderúrgica que reduziu o tempo de resfriamento do alto-forno antes da manutenção. Em Araxá, uma planta de beneficiamento mineral recebeu insufladores de telhado, exaustores com filtro e controle de pó.