Se você procura fabricante de filtro de manga, vale saber como funciona. O filtro de manga em Belo Horizonte fornecido pela Brasfaiber é projetado e fabricado em Itaquaquecetuba (SP), a cerca de 595 km por rodovia, e calculado para o processo de cada planta: área filtrante, número e tamanho das mangas, tecido e sistema de limpeza saem do dimensionamento, não de um catálogo de prateleira.
Filtro de manga em Belo Horizonte: o tecido conforme o gás
O tecido é a decisão que mais pesa na vida útil das mangas. A temperatura contínua do gás e a química do pó definem a escolha:
- Poliéster — até 130 °C, ácidos fracos; cimento, mineração, grãos;
- PPS — até 190 °C, boa resistência a ácidos e álcalis;
- Nomex — até 200 °C; fundições, secadores, asfalto;
- Fibra de vidro e PTFE — até 260 °C; fornos, caldeiras, siderurgia e processos corrosivos.
Mangas de poliéster em condição normal costumam durar de 2 a 3 anos. A troca é feita por conjunto completo: mangas com tempos de uso diferentes trabalham com perdas de carga diferentes e sobrecarregam as novas.
Filtro e exaustor: um sistema só
Quem procura “filtro manga para exaustor” acerta no conceito. O exaustor centrífugo gera a sucção e normalmente fica depois do filtro, puxando o ar através das mangas. A pressão que ele precisa vencer inclui a perda de carga do filtro limpo e saturado; por isso os dois são dimensionados juntos. Partícula grossa e abrasiva pede um ciclone antes, para proteger as mangas.
Licença em Minas Gerais
O limite de emissão vem da CONAMA 382/2006, para fontes instaladas a partir de 2007, e da CONAMA 436/2011, para as anteriores. Em Minas Gerais, a FEAM (Sisema) pode fixar valor mais restritivo, e o número que vale é o da licença de operação da planta. Licenciamento e amostragem na chaminé ficam com o operador; o filtro é dimensionado para chegar a esse número com margem.
Na capital, já executamos a ventilação de uma siderúrgica, que reduziu o tempo de resfriamento do alto-forno para manutenção, e um exaustor centrífugo para fundição.