A Brasfaiber é fabricante de exaustor centrífugo em Porto Alegre e em todo o Rio Grande do Sul, com produção própria em Itaquaquecetuba (SP), a cerca de 1.186 km por rodovia. Não há modelo único de prateleira: a linha vai de 500 a 200.000 m³/h, e cada equipamento é selecionado para o sistema em que vai trabalhar.
Exaustor centrífugo em Porto Alegre: o ponto de operação
O centrífugo existe para vencer resistência: duto, curva, coifa, filtro de manga, ciclone, lavador de gases. A engenharia soma a perda de carga de cada trecho do circuito, acrescenta margem técnica e chega à pressão estática de projeto. O modelo sai do cruzamento dessa pressão com a vazão, na curva característica. Dois sistemas com a mesma vazão podem pedir equipamentos bem diferentes.
Três rotores, três comportamentos
- Pás curvadas para frente (Sirocco) — muita vazão com baixa rotação, para baixa e média pressão.
- Pás curvadas para trás — melhor eficiência energética, bom para sistemas em que a resistência varia.
- Pás radiais (retas) — construção robusta, indicadas para ar com particulado abrasivo, porque acumulam menos material.
Carcaça e rotor: o material segue o gás
PRFV para vapores ácidos, alcalinos e solventes; polipropileno para gases muito corrosivos em temperatura moderada; aço carbono para ar comum ou quente. Inox fica sob consulta. Quando o ar passa de 80 °C ou carrega abrasivo, o modelo de transmissão tira o motor do fluxo e o aciona por polias e correias. Em área classificada, o motor é WEG à prova de explosão, com certificação CEPEL/INMETRO do motor.
O que já montamos no estado
Os projetos gaúchos publicados são de exaustão de cobertura, com axiais, e não com centrífugos. Em Horizontina, uma indústria de peças plásticas recebeu 22 exaustores em PRFV de 1.000 mm, que somam 703.500 m³/h nos setores de preparação de superfície e pintura — ver o projeto de exaustão de cobertura. Em Passo Fundo, o sistema foi para uma indústria de máquinas. Modelos e aplicações do centrífugo estão na página do exaustor centrífugo industrial.